Especial: Doctor Who - A Sexta Temporada

A temporada sobre as origens de River Song.

Frases: Diálogos e Frases De "Chuck"

Frases e diálogos entre os personagens da serie Chuck.

Frases: Frases De True Blood

Confira algumas frases e pequenos diálogos citados na série True Blood.

Mostrando postagens com marcador Review. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Review. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de janeiro de 2012

Review: 30 Rock 6x01 - Dance Like Nobody's Watching


 J-Mo arrasando as criançinhas na Season Premiere de 30 Rock.

O difícil depois do final da quinta temporada foi esperar setembro para chegar a sexta. Infelizmente, Tina Fey (Liz Lemon) resolveu ficar grávida (de novo) e só tivemos a volta de 30 Rock agora em janeiro. E que volta linda, né pessoas?

Aparentemente, tudo está do mesmo jeito. Achei muito estranho mesmo Liz estar toda livre, leve e solta no episódio, não se preocupando com os dramas de Tracy, fazendo até que o chocolate dê a louca e comece à seguir a head writer por New York inteira. Achei muito engraçado o diálogo entre ele e Jack, com Tracy achando que LL (Para os íntimos) usa crack e Jack meio que com concordando, já que a amiga não apareceu ainda no escritório reclamando que todos os furações tem nomes de mulheres.

A melhor cena obviamente foi de Jack e Tracy aparecendo no meio do jogo, para ver Liz dançando no intervalo. Muito engraçado ela vendo os dois, mas sei lá o que era mais interessante: Liz dançando ou Tracy quase infartando vendo tudo aquilo.

Colocaram o John McEnroe como o jurado 'bonzinho'. De onde isso? Só a primeira cena do episódio valeu pelo restante dos minutos, com aquela vinheta do programa, originalmente batizado de “America’s Kidz Got Singing”. Alguém mais sentiu a alfineta que os roteiristas deram em Nicole Scherzinger, uma das juradas da primeira temporada do The X Factor US, fazendo Jenna ser uma cópia (quase) perfeita dela? Pois eu senti.

A parte em que Kenneth ficou achando que o fim do mundo seria no dia seguinte só valeu pelo memento em que ele finalmente vê o oceano e acha que uma fralda é uma sereia. Jack sempre mostra que conhece muito Liz, mas pelo jeito, seu memorando sobre o novo homem de Lemon se extraviou no correio.

@marcoacpontes

Review: The Good Wife 3x13 - Bitcoins for Dummies


Elsbeth para regular agora!!!

Não tem como pessoas. The Good Wife fez novamente! Outro episódio muito bem estruturado, talvez o mais engraçado da temporada até agora, mas nunca deixando de lado todos aqueles dramas que já estamos ficando acostumados.

Está difícil manter calmo com todo esse drama do Will. Claro que fiquei mais distraido quando percebi que Elsbeth ia participar de muitas cenas no episódio. Carrie Preston é uma ótima atriz e está mostrando que fica bem melhor com roupas em The Good Wife do que sem elas em True Blood.

Verdade seja dita, não entendi o que Kalinda está fazendo. Na verdade, entendo um pouco. Antes, Wendy e Dana estavam tentando atacar somente Will. Colocando Alicia no meio, obviamente Kalinda iria fazer qualquer coisa para livrar a amiga de mais outra barra.

Gostei de quase todas as aparições no episódio. Jason Biggs (American Pie) começou fazendo um bom trabalho, fiquei até preocupado por ele ser um bom ator, mas até o final do episódio, ele ficou bastante apagado, já que outros personagens apareceram, tipo o advogado do Tesouro, que tentou fazer Alicia passar informações em um caso episódios passados. O melhor é que, novamente, ele levou na cara e perdeu para Alicia, novamente.

Tivemos a participação de Jackie, novamente. Fiquei espantado pela avó de Zach e Alicia pensarem do mesmo jeito. Zach só ficou lá, todo safadinho, esperando a mãe deixar aquele discurso para trás, já que estava parecendo com a mãe de Peter. Foi a mesma coisa que aconteceu na situação do carro, só que agora o carro era uma menina.

Queria ter visto Eli Gold para melhorar o episódio. Kalinda apareceu muitas vezes e na verdade, devia ter aparecido bem mais. Ela é muito boa, pessoas. Precisava ganhar outro Emmy logo, mesmo que a personagem não está recebendo muita atenção nessa temporada. Sem contar que ela deixou acidentalmente o celular ligado e gravou a conversa inteira com o advogado, já que não 'sabia' como desligar, pois é um celular novo. Eu acho que ela é uma hacker profissional e deve até fazer parte dos criadores do Bitcoins.

Review: The Secret Circle 1x11 - Fire/Ice


Brincar de Aventuras com o Macumbeiro nunca dá certo.

Nossa querida witchranha, Faye, não consegue mesmo passar um episódio só (ou até metade dele) sem fazer a Ideia Estúpia de Faye do Episódio. Ela anda até fazendo um upgrade na situação, já que agora está andando com o Macumba Boy.

Macumba Boy não é louco e já provou que é malvado quando decidiu pegar um lenço com sangue de Faye, guardando no bolso. Adoro que ele será outro personagem totalmente avulso daqui uns dias, com algum secreto que NÃO será revelado até o final da série. Todos aqueles olhares de aberração que Faye ficava fazendo para MB não adiantou em nada, já que até o final do episódio, não tinha conseguido nenhuma ação divertida com o moço.

Agora que ela já provou que consegue ser burra o bastante para confiar à Macumba Boy o nome de todos os integrantes do círculo e ela praticamente não é mais bem vinda na rodinha, quero até ver o que o altão vai aprontar para cima dela, além do coito.

Perceba que Cassie não consegue mesmo parar de pensar em Jake. Além de falar dele toda hora, ainda fica vendo a cara dele em menino que é quase da metade da idade do suposto 'adulto'. Sem contar que ela faz todo aquele discursso para Luan Santana, falando que não podia ficar com ele por que gosta de ter Diana como amiga, sendo que na verdade o que ela queria dizer mesmo era que estava com vontade de liberar geral para Jake e não para o andrógeno.

Adoro que resolveram voltar com Jake na série, pois convenhamos, Luan Santana não serve como tempero masculino. Mesmo assim, não é uma coisa boa trazer aquele cara sem sal e carisma para a orgia novamente. Deviam o ter mantido bem longe. Sem contar que voltou na hora mais oportuna possível: bem no meio das aventuras no porão de Cassie e Adam.

Diana é outra que não entende o que é FIM de relacionamento. Ficou se esfregando no caravulso do dia, achando que iria fazer ciúmes em Luan Santanay, sendo que o mesmo foi atrás dela só para falar sobre Cassie... De novo. Diana ainda não entendeu que a loira vai estar sempre presente mesmo não estando presente? Que barra, minha gente. Pelo menos agora ela tem bruxavulsa para fofocar, já que as duas andam com medo das outras garotas do circulo.

Engraçado que durante todo o baile, Diana e bruxavulsa ficaram gritando para qualquer pessoa que eram bruxas e Cassie ficou gritando com Faye falando que a safada estava gastando todo o orçamento da CW, acabando com todos os materias da festa. Pelo menos Faye parou de ficar se concentrando na chuva e agora tem um novo amante, além de Macumba Boy: o fogo.

Fiquei sentido por Cassie, entrando igual uma heroína dentro da escola em chamas, para salvar bruxavulsa. Passou pela porta em forma de fogo, só para chegar no banheiro e dois segundos depois desmaiar. Ótimo resgate, Cassie.

Descobri muita coisa sobre John Blackwell, ou seja, nada. Aliás, não! Descobrimos que a casa onde a Orgia Secreta se encontra era onde Blackwell fazia macumba com si mesmo. Adoro a sutileza de Adam, que ao invés de falar logo pra Cassie que sabia que aquela era a casa do pai dela, teve que mostrar a placa onde tem o endereço da casa. Tudo isso pra mostrar que a credibilidade dele está, obviamente, em alta na série.

P.S: Melhor forma de mostrar que você conseguiu roubar a magia da Orgia Secreta: Abrir o armário da escola.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Review: The Vampire Diaries 3x12 - The Ties That Bind


E a busca pelo caixão oculto continua.

Tem que ser muito inteligente mesmo pra conseguir manter um plot tão INTERESSANTE por tanto tempo. Não estou falando do plot do que está dentro do caixão, mas o plot da galera passando o dia inteiro naquele pique-esconde com o caixão malvado que não quer abrir de jeito nenhum.

Mas vamos falar do melhor do episódio: Tyler preso. É o sonho de todo mundo, ver Tybrid preso, já que assim, dá pra fazer o que quiser com ele (Ui). Adorei o pai de Caroline, nossa Vamp Barbie aparecendo novamente, falando que estava protegendo a filha de Tybrid, sendo que episódio atrás queria mesmo era ver a filha morta.

Acho bem válido essa teoria do papai caçador, mas, ainda espero o dia em que Tyler fique rebelde por descobrir que Barbie Vamp está de em um relacionamento oculto com Klaus. Aliás, será que Stefan também sabe que Klaus o está traindo com Caroline?

Devo deixar, mais uma vez, meu descontentamento com toda a storyline de Meredith Fell. Além de quase beber na hora do almoço, e quase roubar o anel com bateria fraca de Lacraia (foi uma péssima ideia o professor contando sobre ele pra ela), ainda conta que é uma traficante de sangue de vampiro e fica injetando em praticamente todo mundo, já que quase todos os pacientes que chegam pra ela atender devem morrer, já que ela não é uma boa médica.

A questão é: Se ela mesma percebeu que Lacraia se curou expontaneamente naquele dia, como alguém ainda não percebeu que TODOS os pacientes dela se curam bem rápido? Com certeza o efeito é instântaneo e do jeito que as coisas acontecem em um hospital, todo mundo devia perceber essas coisas, senão não estão fazendo um bom trabalho, igual Meredith o dia inteiro.

Momento mais tosco do episódio: Elena achando que devia contar que beijou Damon para Tef. Como assim? Se sentiu culpada por ter beijado ele e não ter contado? Ainda não consigo entender o que ela vê em Stefan. Claramente não é rapidez, já que o moço nem conseguiu se desviar de balas atiradas por um humano.

Bom saber que o treinamento de Buffy está dando certo para Elena. Ou melhor, o treinamento de manipulação e falsidade. Fiquei chocado quando percebi que a morena se importa muito com as outras pessoas, já que só estava se importando no que o híbrido falou sobre o que fazer com ela.

O melhor foi Stefan se fazendo de ofendido e indo embora por causa disso. Se você não gostou, Tef, faça algo! E não estou falando do melhor soco da série, estou falando de pegar logo Elena e mostrar que ainda se importa. Entretanto, todo mundo está gostando de Tef desse jeito, então vamos deixar do jeito que está mesmo. Stefan também tentou persuadir Elena, falando que ela é 'melhor do que os dois'. Esperava que ele tentasse fazê-la desistir de Damon, mas NUNCA pensava que ele iria tentar acabar com as próprias chances.

Sem contar que Elena e Bonnie ficaram fazendo cu doce no começo do episódio, não querendo contar para Stefan onde estavam. Só não esperavam com a DIFÍCIL tarefa que Stefan teve ao abrir a porta da casa dos Gilberts, já que Elenita inteligentíssima já deixou o papel com o endereço da bruxamãe bem na cara, no meio da mesa de jantar, facilitando a procura em níveis exponenciais, talvez.

Infelizmente, tenho que falar sobre a busca da mãe tratante de Bonnie. Não podia ser mais chata do que a filha, sinceramente. Não estava aguentando mais aquele tanto de faíscas saindo delas, mas como a mãe não tem mais magia, não ia conseguir colocar fogo na casa.

Será que veremos mais da bruxamãe? Espero que não e espero que Bonnie decida ficar com ela para fortalecer a magia. Talvez desse jeito, as duas finalmente vão conseguir incendiar a casa, morrendo combustadas.

Estava querendo que Barbie Klaus voltasse, mas Elijah também está de bom agrado. Resta saber se Klaus vai conseguir manipular o irmão para ficar do lado, só para meter uma adega no coração dele novamente.

O melhor do episódio, porém, tirando Tybrid nas correntinhas, foi Damon indo atrás de Dra. Fell só porque ele se importa com Lacraia. Ahm, que coisa bonitinha, minha gente. Estão sentindo um novo shipper chegando? Porque eu estou.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Review: Rizzoli & Isles 2x15 - Burning down the house



A barreira que Maura levantou foi quebrada por um tiro dado por Jane.

A season finale de Rizzoli & Isles foi totalmente inebriante. Nos fez ficar em frente do PC/TV durante os 43mim em nem ao menos piscar!

Não é a primeira vez que R&I usam a corporação dos bombeiros como cena de crime. A diferença é que dessa vez a família de Maura está intimamente envolvida, seja seu pai biológico Paddy Doyle, procurado pela policia, ou a artista plástica , Sra Isles. E não é que os dois se conheciam?

Passei a amar séries policiais pelo fato de que eu nunca realmente sei o que aconteceu, apenas quando alguém chega e diz o culpado e nos explica o porquê. Sei lá, meio que me faz lembrar  Scooby Doo #viajei_na_maionese

No mesmo episódio temos a morte não-acidental de alguém do corpo de bombeiros, a mãe de Maura atropelada (depois de dizer que quer passar mais tempo com a filha) e o aparecimento de Paddy. Ah, não esqueçamos o charmoso agente do FBI Gabriel Dean (você pode tê-lo visto por aí no papel de Charlie Swan na saga ‘Crepusculo’. Acredite, ele fica super charmoso sem aquele bigode e rejuvenesce uns anos também).

Num emaranhado de historias, a equipe percebe que o atropelamento da mãe de Maura não foi acidental e que o carro pertencia ao responsável pelo incêndio que resultou na morte do bombeiro. Algo mais? Eles também percebem que Paddy pode ter aparecido para e vingar do atropelador. Resultado? Em uma emboscada para pegar o assassino, Paddy aparece e faz justiça com as próprias mãos. Com receio que Doyle fosse fugir, Jane atira, fazendo com que ele seja atingido e caia de uma altura de um 5 metros. Pela cara de Maura, ele não está vivo. E nem a amizade das duas, já que as últimas palavras de Maura foram: ‘não ouse tocar nele’.

Uma sabotagem no corpo de bombeiro e nós ganhamos uma season finale de tirar o fôlego. Ainda bem que a 3ª temporada já está confirmada para o verão norte americano só me falta ter juízo de me fazer suportar a espera. Mas de uma coisa eu sei: vai valer totalmente a pena esperar.

Review: Rizzoli & Isles 2x14 - Don't stop dancing, girl


Um pouco de dança para tirar os problemas de vista.

A mãe de uma garota dançarina em concurso é morta nos bastidores do evento e cai na frente da filha e de todas as garotas do grupo. Várias mães são suspeitas pois, como participantes de concurso, elas são capazes de fazer qualquer coisa por suas filhas.

A ex-mulher de Kosark está de volta, pedindo que ele financie um estúdio de Yoga para ela.Ele está evitando atender suas ligações porém não era bem isso que ela queria: seu filho Josh (que é apenas dela, mas ele gosta dele como seu, por ter ajudado a criá-lo até dos 10 anos de idade) está preso acusado de assalto seguido de morte.

Dois casos e um episódio bem fofo de R&I. A mãe morta nos bastidores do evento de dança (de nome Denise) era casada com um traficante em Miami e tiveram uma filha: Dakota. Denise casou-se novamente, mudou de nome, fez plásticas e tentou esconder a filha. Porém, o pai biológico (Gusano) a encontrou e queria a filha a todo custo, nem que para isso, tivesse que matar a mãe.

Já o caso de Josh foi ainda mais envolvente: Josh e um amigo tentaram roubar uma loja, mas o policial chegou e alguém atirou. Josh tenta proteger o amigo, mas esse acusou Josh.O garoto não que contar nada para o pai, achando que este o abandou quando criança. O que não é verdade. O fato foi que a mãe o influenciou e agora, está bem arrependida do que fez. Josh conta a verdade: o amigo atirou e ele tentou fazer massagem cardíaca. Maura analisa a roupas e o raio-x e prova que o garoto diz a verdade.

Casos simples e mesmo assim, fascinantes. Rizzoli&Isles me deixa orgulhosa em acompanhar e ansiosa pelo próximo episódio e, mesmo se ela quisesse, não conseguiria me desapontar.

Ah, claro que eu não podia deixar de falar da amizade de Maura e Jane que, a cada episódio, parece ficar maior. Adoro essas duas!


=]

Review: White Collar 3x11 – Checkmate

A espera pela volta de White Collar foi grande, mas sem sombra de dúvida foi compensada por esse episódio.

          White Collar Checkmate

Com certeza o seqüestro de Elizabeth e a decisão de Neal em continuar em Nova York foram os acontecimentos marcantes do último episódio de White Collar antes do (longo) hiatus de fim de ano. Nós fãs, estávamos ansiosos para saber qual seria o desfecho dessa história e honestamente não tenho nada do que reclamar. O retorno não poderia ter sido de outra forma.

É impossível assistir White Collar e não ter um carinho imenso pela Elizabeth Burke. A esposa de Peter é simplesmente uma pessoa maravilhosa, tanto para o marido, como para todos que estão a sua volta. O seqüestro foi algo que desesperou a todos, até porque os agentes conhecem o currículo de crimes do Keller e correram contra o tempo para que o pior não acontecesse com a mulher

Comigo não foi diferente, fiquei tenso durante todo tempo em que ela foi mantida em cativeiro, torcendo para que tudo desse certo e o resgate chegasse logo. Usando sua inteligência e os truques que com certeza aprendeu com o marido, ela conseguiu se virar por um tempo e até mesmo encontrar um jeito de sair do cativeiro. Soltei um baita palavrão na cena em que ela finalmente conseguiu descer as escadas de emergência e o aquele bandido apareceu novamente, ainda bem que os agentes do FBI estavam por lá e conseguiram prender o cara.

Agora Peter, Neal, Mozzie e Keller “trabalhando” juntos foram responsáveis pelas melhores partes do episódio. Em primeiro lugar, eu achei ótima a volta do Mozzie, já que pra mim ele iria sumir por uns tempos depois da última discussão que teve com Neal. O legal é que os três se acertaram para tentar resolver tudo, já que era a vida de Elizabeth que estava em jogo e todos eles possuem um carinho grande por ela. Ver Keller sendo preso no final foi ótimo, claro que adorei assistir o cara levar uma bela surra do Peter e ainda aquele tiro que Neal acertou em sua perna. Vamos torcer pra que ele continue atrás das grades por um bom tempo, até porque já causou problemas demais na vida de todo mundo.  

Agora a bomba do episódio, pelo menos pra mim, foram os últimos minutos. Tudo já estava resolvido, Neal estava até disposto a se entregar para que Keller continuasse preso, mas Peter apareceu com uma notícia que me deixou um tanto chocado. Neal recebeu uma carta de que se tudo continuar ocorrendo bem, em três meses ele estará livre. Foi uma cena legal, ver a cara de emoção de Neal, mas honestamente vou esperar pra saber o que realmente vai acontecer, já que isso é algo que pode mudar muita coisa. 

Review: Rizzoli & Isles 2x13 - Seventeen ain't so sweet

 
Planos de ensino médio... Podem ser todos concretizados?

Confesso que um dos motivos que me fizeram demorar tanto tempo pra escrever foi por que não gostei muito desse episódio.  Pano de fundo e cena do crime: re-encontro de ex-alunos da turma de Jane. Maura estava tão entusiasmada com a festa que mais parecia ela que veria seus ex-colegas...

Um médico, sua esposa, um jornalista e uma ex-gordinha são os personagens do crime, todos encontrados na antiga turma de Jane.

Um médico e sua grande e revolucionária invenção: um novo tipo de válvula cardíaca artificial, capaz de salvar vidas. O que aconteceu foi que, de salvar, ela estava matando pessoas. Isso era o que o jornalista estava tentando provar, com ajuda da ex-gordinha (que agora estava um mulherão pra ninguém botar defeito), que também era portadora de uma dessas válvulas e, por sinal, não eram tão milagrosas assim. A esposa do médico, cansada de tanta submissão, matou o tal jornalista. Mas sinceramente, nem entendi por que ela fez isso.

Umas recordações do Kosark aqui, outras do Frost ali... Não foi um dos melhores episódios da série. R&I é uma série ótima, que consegue me prender durante todo o seu episódio, mas algo aconteceu com esse que eu não sei explicar.

O ponto que eu posso dar ao episódio foi que ele conseguiu surpreender com seu desfecho, nos fazendo acreditar em outros assassinos e em nenhum momento me faz pensar que a boa esposa foi quem decidiu por fim na história.



Se eu não me engano, a audiência da série é a segunda maior no canal pago TNT e não é para menos, já que a série é ótima e não é por conta de um episódio que meu conceito sobre ela irá cair.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Review: Revenge 1x01-10 - Resumo

Simplesmente a melhor estréia da Fail Season, depois de American Horror Story.


Gente, mil desculpas por essa grande demora na review. Porque eu não fiz isso enquanto a série estava de hiatus? Porque comecei nesse período mesmo, mas pra quem ainda não conhece, deixa eu te apresentar essa crocância de elenco maravilhoso, ou melhor, dizer tudo o que eu sei logo de cara (claro, só até a Fall Finale 1x10).


Revenge do Canal ABC, em menos de 4 episódios se mostrou uma série deliciosa de se ver, aquela série que te fazer perder a noção do tempo que passa, e no final quer mais. Demorei demais pra ver, o material promocional não foi bom, apenas pelos comentários e pelo amor de deus, eu agradeço TODOS aqueles que me encomendaram!


A série que não se trata sobre perdão, tem um fundo de novela mexicana como todo mundo comenta, menos eu, não vejo Revenge desta forma. Basta você sacar o seguinte: Revenge é, nada mais, nada menos que Emily Thorne (Emily VanCamp) ou na verdade Amanda Clarke, se vingando de uma legião de pessoas, uma por uma, quem destruiu sua vida ou passou por cima de seu pai, David (não, não é o David boss do Seriados em Série rs). Mas aí você vai assistindo a série, e descobre que não é apenas sobre vingança e destruição, é sobre lições de vida, lições que Amanda vai aprendendo com o tempo e ao que pode levar: Trust, Betrayal, Duplicity, Guilt, Intrigue, Charade, Treachery, Loyalty, que são os títulos dos episódios 2 ao 10 em sequencia. Vale lembrar que essas lições também são dos episódios gerais.


A cena inicial do piloto foi incrível: uma cena de assassinato + uma festa de noivado = a vingança começa aí. Não sir, tem muito chão ainda pra chegar nessa parte. Daí mais tarde você fica sabendo que quem morreu foi Daniel (Joshua Bowman) e quem matou foi Jack Porter (Nick Wechsler), seu amigo de infância e que deu seu labrador Sammy. Quem estava casando era Emily e Daniel, e sua mãe diva Victoria (Madeleine Stowe) começa a desesperar. 

A série a cada episódio tem uma coisa chamada Efeito Dominó, onde uma peça que cai, derruba a outra. Flashbacks para explicar melhor o motivo de cada vingança, é uma das melhoras partes do drama, e não só mostra traições contra a família de Amanda, como mostra os momentos felizes dela com o pai quando criança, o amor de David e Victoria, o tempo que Amanda esteve na prisão e conheceu a incrível Emily Thorne, que planejaram trocar identidades, histórias e confissões íntimas.


E ao meu ver é uma série adulta, buscou também trazer uma storyline teen, com o romance proibido de Declan e Charlotte. Ele, irmão de Jack, que são donos de um bar, e claro, Victoria não deixaria isso acontecer.


O pior personagem da série, com certeza a opinião de todo mundo, é Tyler Barrol (Ashton Holmes). Claro, a atuação do ator é perfeita, mas o Tyler pelo amor, é o típico daquela pessoa que se mete onde não é chamado, que faz de tudo para ver o próximo infeliz e até tirar as oportunidades das pessoas, além de que, ele é capaz de vender seu corpo por prazer e negócios, como o caso de quando teve com Nolan (Gabriel Mann).


Amanda claro, não está sozinha. E suas vinganças a maioria delas pelo menos, não suja suas mãos. Ela tem Nolan, que de início parece aquela pessoa que dará um bote no final, talvez sim talvez não, mas ele está com Amanda e ajudando no que ela pedir pra tramar. E ele não está ajudando-a por interesse, mas porque David pediu, e até hoje pelo menos, ele tem se mostrado fiel, até ela saber sobre o romance dele e Tyler, gravado em um vídeo.

A família dos Hamptons é cercada de fachadas, angústias e traições. A rica e diva Victoria Hampton, casada com Conrad (Henry Czerny), é de longe, um casal feliz. Além de várias intrigas, Conrad tem um caso com Lydia Davis, que é a melhor amiga de Victoria, que episódios depois isso dá o que falar.


Queira eu ter começado a série quando até tinha vazado o piloto, mil desculpas por fazer esse resumão, pode ou não ter faltado muita coisa pra comentar, mas olha o tamanho que já está, hm. Claro, nada melhor do que conferir os episódios completos do que ler seus resumos, mas apartir do 1x11, reviews completas! Espero que tenham gostado e comentem!


E Mais:
- Não dá pra não notar uma coisa: o ator Connor Paolo, tá MUITO melhor em Revenge como Declan, do que o personagem gay e sem sal, Eric van der Woodsen de Gossip Girl, que tornou-se super desvalorizado, não é a toa que o ator saiu da série.
- Como de costume das minhas reviews, deixarei aqui também a nota avaliando os episódios até aqui: 1x01- 9.0; 1x02- 7; 1x03- 8.4 ; 1x04- 9.5 ; 1x05- 9.7 ; 1x07- 9.7 ; 1x08- 9.0 ; 1x09- 7.9; 1x10- 9.6.

- A melhor coisa mesmo é a logo da série, o símbolo do Infinito no lugar do "g" não é a toa, é porque o pai de Amanda desenhava o simbolo falando que o amor por ela era infinito.
- O que faltou falar aqui além da personagem Ashley (Ashley Madkwe) e seus eventos,foi de falar sobre cada vingança do episódio, mas isso eu precisaria fazer cada review separada e até então não dá mais tempo, já que a série no momento está no 1x13.

@ipcs_

Review: Family Guy 10x11 - The Blind Side


Quando em “O Amor é Cego” a garota não é gorda, é cega mesmo.

Haha, de tantas referências que teve em Family Guy, não acredito que não citaram esse filme! Faz muito tempo que não tinha um episódio da série animada adulta tão divertido. Uma das coisas mais clichês de Family Guy, é Brian sair com mulheres gostosas, mas até que nesse episódio eu gostei do encontro, acho que o segredo era porque além da garota ser cega, ela odiava cães, então Brian se ferrou um pouquinho.

Fiquei em dúvida se Brian tava tentando enganá-la, ou tentando fazer ela sentir-se confortável com tais situações. Tipo, ele querendo ser o machão fingindo que tinha uns assaltantes pra cima deles, mas que “acidentalmente” ela bateu em Brian, ou quando ele inventa que estão na Torre Eiffel, mas ainda estão em Quahog, e ele jogando o ar do ventilador nela colocando um croassoant pra ela cheirar, enfim.

A MELHOR CENA DE TODAS FOI: Stewie fingindo ser a enfermeira de Brian, e ele todo enfaixado por causa de acidente, no encontro de Brian conhecendo os pais de Kate e eles não eram cegos. O melhor foi o diálogo inquietante da enfermeira Stewie:
Eu sei. Tão nobre. E ele é o único de meus pacientes que nunca me pede para masturbá-lo. Cavalheiro. Nunca tentou nada no banho de esponja. E eu sou muito cuidadosa. Eu lavo os abdomens. Sou uma das únicas que faz. E, sim, às vezes, eu arranho, mas quer saber? Sou uma profissional da saúde. É o que faço. É meu trabalho. É importante para mim, e esse me respeita. E sou muito grata.
Pai da Kate: Por que está aqui mesmo?
E o mais legal é quando o elogiaram, daí como ele é cachorro, ficou feliz e o rabinho ficou abanando pra fora fazendo barulho, e sem escolha, Stewie corta seu rabo que começa a sangrar e ainda pra cauteriza o sangue queimando a última parte da calda. Claro que ele não agüentou, sem falar que ficou com cheiro de cachorro molhado após o garçom “desastrado” derramar nele haha.

Enquanto isso, Peter ficava só caindo na escada da sua própria casa. Não achei legal, até porque quase esgotou a cota da série de acidentes críticos. O melhor foi quando Peter fez um esquema de morar no seu próprio quarto pra não ter que descer a escada, isso sim foi brilhante.

Os Flashbacks foram Japoneses e Chineses “Lois com problemas de amigas e Peter ouvindo”
“Quagmire Tartaruga”, “Moça hispânica da farmácia”, “visao da Kate sobre Titanic no cinema”, “Quem gosta de cão é irritante” [O MELHOR], “Stewie encontrando a Bat-caverna do Batman” [coisas óbvias que Stewie disse ao Batman], “papel de parede medroso”, “Devagar é melhor, diz a preguiça”, “Stewie fazendo coreografia para o Showgirls”.

Nota do Episódio: 9
E Mais:
- “E agora voltamos com True Blood...   Eu sou o vampiro nu (Eric)...E eu sou o lobisomem nu (Alcide)...E esse é o programa! (Sookie). Daí Lois grita “Peter, tá passando aquele programa gay que você gosta!”.

@ipcs_

Review: Parks and Recreation 4x11 - The Comeback Kid


11 episódios e ainda acertando em cheio.

Parks and Recreation simplesmente não consegue entregar um episódio ruim ou satisfário. O nível dessa série está muito alto, muito alto para qualquer outra série de comédia. Infelizmente, qualidade não é sinônimo de popularidade nos EUA e por isso a série ainda é vista por poucos. Estava quase morrendo de ansiedade com Parks. Não voltava nunca novos episódios. Finalmente chegou e como sempre, saldo muito positivo. Simplesmente genial.

Adorei que já começaram logo com o relançamento da campanha de Leslie. Todo mundo sabia que nada ia dar certo naquele negócio, mas fiquei feliz pelo jogador de basquete ter salvado o evento. Adoro quando a série faz comédia física, e foi muito boa toda a sequência no gelo.

Além do mais, colocaram a música Get on Your Feet, da Gloria Estefan para tocar várias vezes durante a sequência, tornando tudo mais divertido. Adorei quando Leslie finalmente consegue subir no palquinho, mas teve que descansar um pouquinho, já que ficou cansada e precisava de um tempo para repor suas energias.

O entrosamento entre os personagens é uma coisa linda. Isso é uma coisa que nunca falta em nenhum episódio de Parks e todo o elenco é muito divertido e interessante. Só senti falta de Donna, com sua mercedes, levando todo mundo, mas pedindo pedágio.

Tom é o mais esquisito da turma, já que sempre está andando em um tapete vermelho. Ron sempre consegue me fazer morrer de rir, mesmo falando algo não muito engraçado, mas o jeito do personagem é muito divertido. Aparentemente, não há um profissional no mundo inteiro em que Ron confia.

Jerry, tadinho, quando finalmente faz algo certo, acaba levando bronca e foi bulinizado, como sempre. O melhor foi que todo mundo realmente achava que ia conseguir fazer tudo dar certo, o que não faz muito sentido, já que eles não são experientes nesse campo.

Até um plot que não tinha nada a ver com a storyline principal do episódio deu certo. Como sempre, Chris muito paranóico, achando que Benn está triste só por causa de um bom activia, boneco de modelar e raiva de pizza. Todas as cenas dos dois foram hilárias, principalmente depois do ataque de nervos que Benn teve por causa de seu filme com duração igual Avatar, só que ao contrário.

A série continua me impressionando com a mitologia por trás de Pawnee. Toda a história do ex-jogador de basquete no tempo do colegial foi muito surreal, mas de um jeito que só Parks consegue fazer e ainda dá pra acreditar em praticamente tudo, já que sabemos que Pawnee não é como as outras cidades. Quem duvida que depois dessa super campanha, Leslie já tem a eleição no papo? Ainda mais com Benn como seu coordenador de campanha.

@marcoacpontes

Review: Rizzoli & Isles 2x12 - He ain't heavy he is my brother




Se pedissem pra que eu descrevesse esse episódio em uma palavra,  seria família. Ou poderia ser amizade. Talvez um pouco das duas já que uma amizade foi o canal para a realização de um crime. Dois pares de irmãos onde, em um par, um acusa. No outro, um defende.

Não vou falar desse episódio com detalhes, como eu sempre faço. Nesse vou falar de irmãos que um era mal e o outro bom. Mas nada como o tempo e a dificuldade pra mudar isso... o mal queria mudar de vida. O bom... Bem, esse já não era tão bom assim, já que agora ele rouba bancos.

Uma gangue, e o pobre Tommy é acusado de ser o motorista apenas pelo fato de seu amigo ter lhe emprestado a van que, mais tarde, seria usado no assalto. Jane resolve acreditar no irmão (apesar das investidas contra de Frankie) e, como sempre, ela estava totalmente no caminho certo. Conseguiu tirar a culpa de duas pessoas inocentes e descobrir os verdadeiros culpados.


Por falar em amizade, vemos o dilema de Maura, sem poder contar à Jane o que realmente aconteceu e que Tommy seria acusado. Jane tenta ‘odiar’ Maura,  que se sente péssima com a situação. As vezes, acho a Jane muito severa com a pobre Maura que não tem a mesma visão da amiga. Jane quer que Maura pense e aja igual à ela. Porém, ela precisa entender que, o que faz uma amizade não é a semelhança, mas a diferença. Eu por exemplo, não tenho nenhuma amiga igual a mim, caso contrário, nós  brigaríamos o tempo inteiro. E não se constrói amizades apenas em cima de brigas. Será que ela nunca ouviu que os oposto se atraem?


Antes que eu termine, falarei novamente sobre a atração dos opostos. Adoro quando põem algo do passado dos personagens. A tensão entre Frost e sua ex-noiva do FBI mostrou que, pra dar certo, alguém tem que ceder, pra ficarem um pouco diferentes e, então, darem certo. Adoraria ver o desfecho dessa história.

Enfim, muitas voltas, muita ação e emoção...pois tudo que envolve essas coisas me emocionam. Adorei o episódio. É isso que faz R&I ser tão bom.

=]

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Review: The Big Bang Theory 5x12 – The Shiny Trinket Maneuver

Quanto vale uma “coala face”...

Review: How I Met Your Mother 7x14 - 46 Minutes

How I Met Your Barney, sem mais.
Gente, depois de semaaaaaaanas sem HIMYM, chega esse episódio maravilhoso. Pra mim esse episódio foi 4 coisas: a casa maluca, aberturas alternativas, Doopleganger sensual de Lily e a volta de Barney quando era engraçado: formando frases com Legendary e Awesome.
Eu nunca nessa vida vou concordar que foi boa idéia, desse plot de Marshall e Lily irem pra "suburgatory" pra deixarem o humilde .. E desde o 7x11 estou achando que os roteiristas esqueceram do 7x08, quando Lily endoida e fala que quer morar lá, ai depois volta ao normal e fala que odeia, ai no 11 eles tão se mudando, aff odiei forever esse plot. Mas fazer o que né, a gente tem que ACEITAR.
46 minutos longe de Barney, Ted, Robin e o maldito Kevin, Marshall e Lily (actually Marshall) presenciaram uma "Atividade Paranormal" na primeira noite em Suburgatory, ao lado de Mickey, pai da Lily. Pela parte do pai dela forçando a base pra morar com eles, só porque cresceu na casa e sabia muito mais, eu achei bem clichê, o pior foi ele querendo que os móveis ficassem do jeito que conhecia (até a janela exata onde masturbava vendo sua vizinha) mas foi bem usado e gostei. Adorei Marshall se machucando pela casa, não enchergando nada, enquanto Mickey dava risadas maléficas enquanto guiava Marshall para os lugares errados e depois para os certos, quando Lily implorou.


Anyway, "BORA" FALAR DE COISA BOA? BORA FALAR DA NOVA GANGUE! Robin, Barney e Ted sozinhos e tristes por seus amigos terem ido "embora", foi tão tão bonitinho, menos a parte que Kevin ainda está presente, please faça o favor pra mim: Morra. Barney como lider do grupo foi awesome, e quem não adorou as aberturas alternativas? Falando na abertura, sempre pensei que a cada temporada, mudariam aquelas fotos, mas por se tratar de uma série inteira por flashbacks a abertura sempre foi a mesma. Vamos combinar que a abertura daquele jeito com eles "atuais" foi bem melhor, E ROBIN E TED COM ROSTINHOS TRISTES? HAHA.


A melhor parte com certeza, foi quando Barney resolve mandar geral para casa amarela. E pra aumentar a nostalgia da temporada, tivemos o retorno incrível da Doopleganger striper russa da Lily, a Jasmine. Engraçadinho vendo Lily fazendo a dança do colo pro Ted. Foi divertido também eles jogando poker com as pessoas estranhas e um pouco antes a segunda abertura alternativa super funny.


Foi bem triste a cena final, tá bem com cara MESMO de penúltima temporada, vendo a mesa deles no McLarens vazia, quando Ted nos surpreende falando que a mesa estará cheia enquanto estiverem juntos, só digo uma coisa, vou chorar horrores na series finale da oitava temporada.

Nota do Episódio: 9.6
E Mais:
-  Tá legal que achei aquele "SOOOOOOOO..." de Kevin e Robin tentando decidindo suas aventuras e vendo os pensamentos deles, mas poxa, não dá Kevin, você não ESTÁ no grupo e confirmou isso quando falou que não queria ir à casa de Lily.
- A idéia antiga do Barney de levá-los para um bar de strip, que foi negada por Lily em 2005, acho que nem teve essa cena na Season 1.
- Ainda não saiu a promo do 7x15, e acho que muito menos o título.


@ipcs_

Review: Rizzoli & Isles 2x11- Can I get a Witness




E viva a volta de Rizzoli & Isles!

Ok, faz um tempo que a série voltou e que eu vi os episódios, mas só agora a inspiração baixou pra eu fazer as reviews, que serão liberadas uma por dia. Juro, já estão todas feitas.

Um ótimo episódio de retorno, eu diria. Cheio de idas e vindas. Confesso que no inicio, nem entendia o que era o que de quem. Mas com o desenrolar, foi bem gostoso de assistir.

Tivemos o assassinato de um homem que ajudava jovens em situação de risco. Um desse jovens viu tudo e testemunharia no tribunal. O problema é que Dante, o jovem, foi assassinado na manhã do julgamento. Um informante deu a pista de que a arma do crime estava no carro do acusado, Little T. A defesa e o juiz exigiu que Kosark apresentasse o informante, mas ele se negou.

Uma coisa eu não entendi: no episódio anterior, Frankie fez o teste pra se tornar detetive, mas ele ainda está trabalhando como policial. #comassim

E a cena de Maura trocando o pneu da promotora Delgado? Maura sempre mostrando seus intermináveis dons (lembre-se que, nessa mesma temporada, ela dá uma olhada no carro de Angela e dá um diagnóstico bem preciso).

O fato é que Maura ajuda a trocar o pneu, que ajuda a resolver o crime de quem matou Dante. Uma marca de pneu é encontrada na cena do crime e Maura a reconhece,  assim como  o prego que havia entrado no pneu e o furado. E a assassina é a promotora, que tinha ajuda de Little T em seus casos e, em troca, encobria os mal feitos do gangster. O que parecia ser um simples episódio de homicídio, vira caso de corrupção.  Ótima reviravolta.

Angela entra em ação e tenta conhecer um famoso repórter televisivo e seus lindos olhos azuis irlandeses. É a série mostrando mais uma vez a amizade entre irlandeses e italianos em Boston (bom, foi isso que eu ouvi que era a idéia da série: mostrar que irlandeses e italianos podem ser felizes para sempre em Boston). Cool.

Adorei o episódio, e que mais venham!!

=]



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Review: I hate my teenage daughter 1x01/1x04 - Pilot / Teenage family night / Teenage cotillio / Teenage dating




A nova comédia da FOX estreou justo naquela época em que a quantidade de séries no ar está baixa (para a tristeza de todos os seriadores maníacos – vulgo eu) que precisam de algo para saciar sua sede. Ainda bem por que se assim não fosse, ela não teria tanta audiência assim. E, até onde eu tenho conhecimento, ela realmente não está agradando muito nas terras do Tio Sam.


A série conta a história de duas mães – Annie e Nikki – que tiveram o pior período escolar que um ser humano poderia ter. Annie vem de uma família ultra-conservadora e Nikki estava acima do peso nos tempos de escola. As duas eram do tipo que sofriam bulling só por respirarem o mesmo ar que as pessoas normais.

Annie é mãe de Sophie e Nikki, de Mackenzie. Eis que o pior pesadelo delas está se tornando realidade: suas filhas estão se tornando exatamente aquele tipo de garotas que um dia as atormentaram. As duas (Sophie e Mackenzie) são extremamente maravilhosas na arte de por suas respectivas mães para baixo. Sei que elas são melhor ainda fora de casa.

Na história, também podemos ver o pai das duas Matt e Gary, pais de Sophie e Mackenzie respectivamente e ainda o tio de Sophie, Jack, irmão de seu pai. Matt é um sem noção. Gary parece ter saído do relacionamento não muito bem e os dois são extremamente estranhos. Ah, não podemos esquecer da ‘tensão sexual’ presente entre Jack e Annie.


Na série, são nos mostrado situações envolvendo essas famílias e, devo dizer, não me chamou muito a atenção. Não sei dizer se essa série ainda vai vingar, mas eu não apostaria minhas fichas nisso.

Porém, não deixem de ver, não custa nada dar uma espiada (uii) e depois dizer o que achou.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Review: The Lying Game 1x12 - When We Dead Awaken


Eu sei, Sutton sambou na nossa cara no final do episódio.

Pra você que ainda não assistiu o episódio, corra! Porque Sutton samba na cara de todos que assistem a série. Começando, depois do bilhete que Emma recebeu de um anônimo, todos ficaram apavorados. Mas é aí que temos um esclarecimento. Finalmente descobrimos o que é o The Lying Game que é o título da série. Como já sabemos, Sutton fazia jogos idiotas em que roubava coisas de pessoas que a tratavam mal, ao ver de Sutton. Mas achei isso estúpido demais, não engoli nem metade disso.

Mas depois tivemos uma sequência de fatos em que Thayer chegou em uma conclusão: Annie Hobbs teria todos os motivos pra manter a identidade de Emma salva. Então Emma, Ethan e Thayer chegaram em uma grande conclusão: Sutton está morta.

Mas não é assim que a banda toca... Quando todos estão lamentando pela morte de Sutton, eis que aparece ela mesma. E é aí que eu digo que a série sambou na nossa cara. Quando simplesmente pensamos que Annie quis mesmo que Sutton morresse, todos nós acreditamos obviamente. Mas tudo realmente é mentira. O que eu realmente tenho a dizer sobre isso: ok, agora vamos seguir um plot interessante, e vamos pensar no bilhete anônimo e na Annie Hobbs?

Também temos o sofrimento de Char que não foi um grande foco do episódio, agora ela vai morar com o pai, e não vai fazer falta ok? Bem que Rebecca tentou fazer de tudo para Char ficar em sua casa, mas não deu. 

Tivemos a trama idiota em que Justin termina com Laurel, o motivo nós não sabemos mas eu tenho alguns palpites. Eu acho que Justin tem algo haver com as gêmeas, ele pode ser meio irmão delas...eu tenho outros palpites, mas não vem ao caso.

Resumindo, o episódio todo foi um saco, não aconteceu nada. Mas a sambada de Sutton já valeu muito pelo episódio. Agora eu apenas acho que a trama tem que seguir um caminho. Agora com Sutton viva, temos que continuar a procurar Annie Hobbs e descobrir quem mandou o bilhete anônimo.

Review: The Big Bang Theory 5x11 - The Speckerman Recurrence

Finalmente TBBT retorna algumas situações que remetem a idéia inicial do seriado.

Review: Are You There, Chelsea? 1x01 - Pilot (Series Premiere)


Seja bem vindo ao divertido mundo de Chelsea Handler.

Are You There, Chelsea?” é a terceira produção televisiva da comediante, atriz, escritora de best sellers, comediante e apresentadora de Talk-Show noturno, Chelsea Handler. Chels (Para os íntimos), possui um humor ácido, bem sarcástica e irônica, acaba com as celebridades e também possui autoestima o suficiente para fazer graça de si mesma, além do alto teor sexual existente e o monte de experiência que possui bebendo... Seu passatempo favorito.

Em tese, ela possui um humor diferente, mas que no geral, muito engraçado. Acho difícil conseguir transformar isso em escrita, mas ela consegue fazer muito bem isso, prova disso é que 3 dos 4 livros que já foram publicados, estrearam em primeiro lugar no New York Times Best Sellers List.

Seu programa talk show à cabo, na E! nos EUA, “Chelsea Lately”, é o programa mais visto entre as mulheres de 18-34 anos, e sempre tem um rating muito bom, considerando que é um programa de uma emissora à cabo nos EUA e é considerando inferior aos demais. E tem também o “After Lately”, mockmentário muito engraçado que mostra os bastidores do programa, tipo estilo “The Office” e “Parks and Recreation”, só que com pessoas reais, os roteiristas retardados que trabalham com Chels que estão constantemente ganhar aprovação da melhor pior chefe do mundo, já que Chelsea não gosta de quase nenhum.

Enfim, ela é bastante conhecida nos EUA e a série é baseada no seu segundo bestseller, “Are You There, Vodka? It's Me, Chelsea”. Ela participou do piloto também, como a irmã de Chelsea, Sloan, só que com uma peruca morena e grávida. Como podem ver, eu gosto muito da comediante e me identifico bastante com a loira, principalmente nossa paixão mútua por nuggets.

Na série, Chelsea é interpretada por Laura Prepon, que ficou oito anos presa nos anos 70, em That '70s Show, com Ashton Kutcher. Obviamente achei aceitável a escolha de Prepon, considerando que ela aparenta estar na casa dos 20 anos e ainda possui uma cara de asshole, por assim dizer... Típico de Chelsea Handler.

O piloto, porém, não foi muito interessante. A série, como qualquer série de comédia se trabalhada bem, tem potencial. Muita gente com certeza deve ter comparado a série com “2 Broke Girls”, porém, eu considero o humor diferente. É apelativo sim, porém, não é aquela coisa trash que 2BG apresenta.

Sendo o primeiro episódio, fica difícil de julgar cada personagem, já que série de comédia tem duração de 21 minutos e demora um tempo para pegar um ritmo. Até agora, gostei do desenvolvimento do gerente do bar, que vai servir para tirar muito Chels, já que ambos gostam de ficar por cima e Dee Dee. Sim, eu sei que ela parecia bastante forçada, mas a ideia da personagem é ser daquele jeito mesmo, um contraste total em relação à Chelsea.

Perceba que a participação de Chelsea Handler como Sloan foi hilária, rendendo as melhores cenas do episódio. A química entre ela e Prepon é até agradável. Quero então ver mais as duas juntas em episódios futuros.

A narrativa existente na série podia ir embora, porém. O humor é bem cretino e será bem negro, quando a personagem começar a ser mais desenvolvida, o que agradará poucas pessoas. Outra parte linda do episódio foi a participação da coach Beiste de Glee, tentando pegar de qualquer forma Chelsea no final do episódio.

No geral, esperava mais do piloto. Entretanto, precisamos esperar mais um tempo para tirar conclusões sobre o futuro da série, já que isso é só um episódio. Com certeza haverá mais desenvolvimento de personagens e muitas, muitas, tiradas cretinas.


Review: The Vampire Diaries 3x11 - Our Town


As pessoas precisam parar de contar segredos para Bonnie.

É incrível. Vira e mexe, lá vem a Bruxa Boca Torta tentando causar na série (já que sendo uma bruxa ela não consegue), atrapalhando com todos os planos EVER, achando que o caixão ia abrir quando ela gritou com ele e ainda fingindo se importar com ex-namorado que estava de pegação com um fantasma.

Além do mais, Bonnie conseguiu acabar com uma festa que já tinha tudo para dar certo (não), já que foi em uma tumba no cemitério. Ela sempre consegue acabar com o momento, e até em uma tumba foi a mesma coisa. O problema disso tudo é que Bonnie não consegue entender que NINGUÉM se importa com os sentimentos que ela ainda tem por Jeremy e o que ela acha sobre a compulsão. Sinceramente, achei que nesse episódio estaríamos livres de Jer, mas não, ele apareceu durante o episódio inteiro. Pelo menos arrumaram uma coisa para Bonnie fazer: acender as velas alheiras, sua especialidade.

Adorei o jogo de poder e sedução que rolou no episódio. Aparentemente, Tef realmente acha que Klaus ia ficar intimidado por ter matado uma híbrida, que estava PARADA, do lado dele, sendo que há milhares dela (ou até melhores) por aí. A coisa, porém, tomou um outro rumo a partir da metade do episódio.

A coisa é séria quando até Damon fica com medo. Fiquei esperando que Klaus desse um basta na situação, mas dessa vez, Stefan conseguiu ser a vadia primeiro. Stefan realmente acha que vingança contra Klaus é a única coisa que importa agora. Todas as cenas do vampiro no episódio foram extremamente interessantes, considerando que quase ninguém gosta do personagem.

Quando vi o safado colocando as mãos em Elena, achava que só podia acontecer duas coisas: ia aproveitar a noite e finalmente tirar o atraso OU ia usá-la para atingir Klaus. Como Stefan realmente não está de brincadeira e quer seu amor (Klaus) de volta, só a segunda coisa que poderia acontecer.

Pena que Stefan não sabe que Klaus agora está em outra. Aliás, primeiro: estou amando Klaus em Mystic Falls, seja decorando a nova casa ou fazendo conexões importantes em outra festa de qualquer evento que Kevin Williamson inventou para a cidade.

Gostei que novamente tivemos muitos momentos Salvatore, e não estou falando do começo do episódio. Adoro a dinâmica deles e a química, agora que Stefan está mais malvado e vingativo do que Damon. Até acharia que as cenas dos dois juntos foram as melhores, mas Klaus conseguiu pegar esse prêmio quando decidiu mostrar que também é hétero.

Pelo menos Elena também fez o próprio funeral na ponte. Isso, claramente, é uma dica que em breve veremos a safadinha na cama com Damon, finalmente. Então, acho que finalmente tivemos um fechamento do relacionamento com Stefan, certo? Errado. Com certeza nos próximos episódios ela ainda vai querer fazer algum plano para trazê-lo de volta. O problema é que ninguém quer isso. Stefan finalmente se tornou um personagem agradável com essa mudança radical de personalidade e todo mundo (inclusive ela, com cereteza) quer ver Delena acontecer.

Uma coisa que queria ver em breve é a volta do Outro Lado, com a bruxa original tentando matar Elena novamente. Onde está aquele medalhão inflamável? Há muitas teorias sobre o que ou quem está deitado naquele quarto caixão. A mais interesse, na minha opinião, é a dopplegganger original, cheia de feitiços para conseguiu sobreviver por tanto tempo.

A esposa de verdade de Paul Wesley esteve de volta no episódio também, sendo chamada de psicopata e talvez seja até uma assassina. O que não dá pra entender, porém, é como Lacraia não sabia da existência dela, já que ele também faz parte do conselho da cidade. Aliás, quem não faz parte do conselho da cidade? Vamos combinar que praticamente toda a população da cidade sabe então sobre os vampiros.

Nossa diva Vamp Barbie estava de volta, depois de não participar do anterior. Além de não aparecer no episódio da semana passada, nesse, ela quase morre. Como assim, titio Kevin? Todo mundo sabe que muita gente vai parar de ver a série se essa barbie malvada, que está presa nos 17 anos, morrer. O melhor foi Tybrid, dando um chega pra lá em Klaus, falando que não ia morder Caroline, mas ficou com tanto tesão que acabou mordendo ela de qualquer jeito.

O problema é que não dá pra confiar em Tybrid. Principalmente porque não dá pra saber até quando ele vai conseguir se controlar e não fazer o que Klaus manda. Portanto, ele é o personagem mais bipolar da série.

Quem diria que não seria Elena, nem Bonnie, nem Matt, nem Tybrid mas KLAUS que teria as palavras que Vamp Barbie precisava ouvir? Muito linda aquela cena, gente. Foi a primeira aparição do verdadeiro Klaus. Agora, temos Klaroline para encendiar nos próximos episódio. Não seria lindo se ela decidesse virar a nova Sra. Original e um novo obstáculo para Tef conseguir o amor de volta? Espero ansioso pelos próximos episódios.

P.S: Vamos combinar que ficar bêbados no cemitério foi a coisa mais normal que eles fizeram em um bom tempo, né? Até Bonnie atrapalhar tudo.