É iniciada mais uma temporada da família que há mais
tempo diverte as pessoas pelo mundo.
23x01 - The Falcon and the D'Ohman:
E a pergunta que não quer calar é: será que Os Simpsons
ainda tem fôlego para mais um ano de loucuras? Se o ritmo seguir como aconteceu
nesse episódio, eu diria que sim. Não tem como se cansar das roubadas que o
Homer tem tanto talento para se meter.
Gosto do jeito que os roteiristas sempre começam o
episódio de um jeito e as coisas vão acontecendo e se transformando ao longo
dos 20 minutos do desenho. Quem imaginaria que um novo empregado da usina
nuclear de Springfield, ao recusar ter um contato mais íntimo com quem quer que
seja, resultaria no sequestro de Homer pela máfia ucraniana? É o que acontece
quando um agente secreto cansa da sua vida de aventuras e tenta começar do zero
em uma pequena cidade que está fora do mapa dos EUA. Ele só não contava com a insistência
do Homer em forçar uma amizade com o misterioso novato.
As piadas estão afiadíssimas, e vão desde os flashbacks
do treinameto e da vida passada de Wade, ao mafioso ucraniano se divertindo com
vídeos de auto-tune no YouTube. Destaque para as sempre ótimas reuniões no bar
do Moe (acho que a única coisa saudável ali é a cerveja), para o vovô Simpson,
(que descobriu ainda estar vivo) e para a Meggie, a pequena futura espiã.
Aguardemos.
Não posso deixar de
comentar o início do episódio, que retoma uma dúvida deixada ao final da
temporada passada sobre um possível relacionamento entre a professora Edna e
Ned Flanders. Os telespectadores decidiram pela união do casal e, segundo os
roteiristas, o que o público uniu eles jamais separarão. Amém!
23x02 - Bart Stop to Smell the Roosevelt:
“Não é cedo para refletir sobre as eleições de 2016.”
A frase escrita por Bart na abertura dá o tom do
episódio, que fala sobre a atual crise financeira enfretada pelos EUA. É
interessante notar a quantidade de séries, filmes e desenhos que têm abordado
esse tema e Os Simpsons não ficariam de fora dessa.
Tudo começa quando o colégio de Bart e Lisa resolve fazer
um leilão de intes nada atrativos, como um banco feito por um dos alunos. Se
Homer diz que comprou uma peça semelhante no passado e ela não atendeu as suas
expectativas, todos deveriam concordar. O evento segue um fracasso, até que
Skinner recebe uma ligação da Inglaterra e acredita que uma simpática senhora
estrangeira está interessada em ajudar a escola. Seria tudo muito lindo, se a
coisa toda não da passasse de mais um trote do incorrigível Bart Simpson.
O supervisor do colégio acusa Skinner de não ter pulso
firme com o menino e assume o desafio de educá-lo. Uma tarefa praticamente
impossível, mas que, aos poucos, vai sendo realizada tendo o presidente
Roosevelt como foco de estudos. Até a turma de valentões é atraída pelo método
não convecional de ensino, que inclui calvagadas com cavalos de verdade, não
aqueles que Homer costuma apostar em corridas.
Porém, Nelson sofre um acidente durante uma expedição não
autorizada da turma e o supervisor acaba sendo demitido. Nunca tinha visto esse
personagem com tanto foco antes, por isso não gravei o nome do sujeito. Bart
organiza uma rebelião no colégio e depois de uma intensa negociação as coisas
voltam ao normal.
Confesso que gosto mais quando o episódio é focado em
Homer, mas as traquinagens de Bart são sempre bem-vindas. Os diálogos entre ele
e Lisa também são sempre interessantes, como quando eles discutem sobre quem
foi melhor presidente: Roosevelt ou Franklin.
E lembre-se, se
quiser saber mais sobre o presidente Teodore Roosevelt, basta assistir “Uma
Noite no Museu”. O primeiro ou o segundo, qualquer um deles é a escolha de
pesquisa mais acertada.














0 comentários:
Postar um comentário