quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Review - The Simpsons 23x01/02 - The Falcon and the D'Ohman/Bart Stop to Smell the Roosevelt


É iniciada mais uma temporada da família que há mais tempo diverte as pessoas pelo mundo.

23x01 -  The Falcon and the D'Ohman:

E a pergunta que não quer calar é: será que Os Simpsons ainda tem fôlego para mais um ano de loucuras? Se o ritmo seguir como aconteceu nesse episódio, eu diria que sim. Não tem como se cansar das roubadas que o Homer tem tanto talento para se meter.

Gosto do jeito que os roteiristas sempre começam o episódio de um jeito e as coisas vão acontecendo e se transformando ao longo dos 20 minutos do desenho. Quem imaginaria que um novo empregado da usina nuclear de Springfield, ao recusar ter um contato mais íntimo com quem quer que seja, resultaria no sequestro de Homer pela máfia ucraniana? É o que acontece quando um agente secreto cansa da sua vida de aventuras e tenta começar do zero em uma pequena cidade que está fora do mapa dos EUA. Ele só não contava com a insistência do Homer em forçar uma amizade com o misterioso novato.

As piadas estão afiadíssimas, e vão desde os flashbacks do treinameto e da vida passada de Wade, ao mafioso ucraniano se divertindo com vídeos de auto-tune no YouTube. Destaque para as sempre ótimas reuniões no bar do Moe (acho que a única coisa saudável ali é a cerveja), para o vovô Simpson, (que descobriu ainda estar vivo) e para a Meggie, a pequena futura espiã. Aguardemos.

Não posso deixar de comentar o início do episódio, que retoma uma dúvida deixada ao final da temporada passada sobre um possível relacionamento entre a professora Edna e Ned Flanders. Os telespectadores decidiram pela união do casal e, segundo os roteiristas, o que o público uniu eles jamais separarão. Amém!

23x02 - Bart Stop to Smell the Roosevelt:

“Não é cedo para refletir sobre as eleições de 2016.”

A frase escrita por Bart na abertura dá o tom do episódio, que fala sobre a atual crise financeira enfretada pelos EUA. É interessante notar a quantidade de séries, filmes e desenhos que têm abordado esse tema e Os Simpsons não ficariam de fora dessa.

Tudo começa quando o colégio de Bart e Lisa resolve fazer um leilão de intes nada atrativos, como um banco feito por um dos alunos. Se Homer diz que comprou uma peça semelhante no passado e ela não atendeu as suas expectativas, todos deveriam concordar. O evento segue um fracasso, até que Skinner recebe uma ligação da Inglaterra e acredita que uma simpática senhora estrangeira está interessada em ajudar a escola. Seria tudo muito lindo, se a coisa toda não da passasse de mais um trote do incorrigível Bart Simpson.

O supervisor do colégio acusa Skinner de não ter pulso firme com o menino e assume o desafio de educá-lo. Uma tarefa praticamente impossível, mas que, aos poucos, vai sendo realizada tendo o presidente Roosevelt como foco de estudos. Até a turma de valentões é atraída pelo método não convecional de ensino, que inclui calvagadas com cavalos de verdade, não aqueles que Homer costuma apostar em corridas.

Porém, Nelson sofre um acidente durante uma expedição não autorizada da turma e o supervisor acaba sendo demitido. Nunca tinha visto esse personagem com tanto foco antes, por isso não gravei o nome do sujeito. Bart organiza uma rebelião no colégio e depois de uma intensa negociação as coisas voltam ao normal.

Confesso que gosto mais quando o episódio é focado em Homer, mas as traquinagens de Bart são sempre bem-vindas. Os diálogos entre ele e Lisa também são sempre interessantes, como quando eles discutem sobre quem foi melhor presidente: Roosevelt ou Franklin.

E lembre-se, se quiser saber mais sobre o presidente Teodore Roosevelt, basta assistir “Uma Noite no Museu”. O primeiro ou o segundo, qualquer um deles é a escolha de pesquisa mais acertada.

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