Se pedissem pra que eu descrevesse esse episódio em uma
palavra, seria família. Ou poderia ser
amizade. Talvez um pouco das duas já que uma amizade foi o canal para a
realização de um crime. Dois pares de irmãos onde, em um par, um acusa. No
outro, um defende.
Não vou falar desse episódio com detalhes, como eu sempre
faço. Nesse vou falar de irmãos que um era mal e o outro bom. Mas nada como o
tempo e a dificuldade pra mudar isso... o mal queria mudar de vida. O bom...
Bem, esse já não era tão bom assim, já que agora ele rouba bancos.
Uma gangue, e o pobre Tommy é acusado de ser o motorista
apenas pelo fato de seu amigo ter lhe emprestado a van que, mais tarde, seria
usado no assalto. Jane resolve acreditar no irmão (apesar das investidas contra
de Frankie) e, como sempre, ela estava totalmente no caminho certo. Conseguiu
tirar a culpa de duas pessoas inocentes e descobrir os verdadeiros culpados.
Por falar em amizade, vemos o dilema de Maura, sem poder
contar à Jane o que realmente aconteceu e que Tommy seria acusado. Jane tenta
‘odiar’ Maura, que se sente péssima com
a situação. As vezes, acho a Jane muito severa com a pobre Maura que não tem a
mesma visão da amiga. Jane quer que Maura pense e aja igual à ela. Porém, ela
precisa entender que, o que faz uma amizade não é a semelhança, mas a
diferença. Eu por exemplo, não tenho nenhuma amiga igual a mim, caso contrário,
nós brigaríamos o tempo inteiro. E não
se constrói amizades apenas em cima de brigas. Será que ela nunca ouviu que os
oposto se atraem?
Antes que eu termine, falarei novamente sobre a atração dos opostos. Adoro quando põem algo do
passado dos personagens. A tensão entre Frost e sua ex-noiva do FBI mostrou
que, pra dar certo, alguém tem que ceder, pra ficarem um pouco diferentes e,
então, darem certo. Adoraria ver o desfecho dessa história.
Enfim, muitas voltas, muita ação e emoção...pois tudo que
envolve essas coisas me emocionam. Adorei o episódio. É isso que faz R&I
ser tão bom.
=]















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